Saudações terráqueos!
Aqui estou mais uma vez a me sentir um alienígena. Por quê? Porque devo ser mesmo, não há outra explicação.
Desde criança aprendemos que devemos sempre dizer a verdade. Que é feio mentir, muito feio!!!!
Confere a informação?
Pois é.... mas quando crescemos a realidade é outra, hipócrita e bem cômoda. Erros na nossa conduta com o próximo são classificados como ponto de vista. Isso mesmo, pasmem, para algumas pessoas tudo é questão de ponto de vista, inclusive FALTAR COM A VERDADE.
E o que me revolta? Pessoas adultas, inteligentes e bem resolvidas me condenarem e me julgarem porque eu simplesmente digo a verdade.
O que acontece é o seguinte: Eu NUNCA vou fazer parte da maioria que cultiva a ignorância.
E sabe o que acontece? Eu incomodo. Olha só que contra senso, uma pessoa incomodar por saber mais informações do que as outras! É hilariante!!!
Sabe o que parece? Que se eu fosse mais desinformada que a maioria, aí estaria bom não é mesmo?
Quanto egocentrismo!
Acho que vou começar a fazer que nem aquela piada do Einstein:
Einstein estava em uma festa e tinha um pouco de dificuldades para achar alguém para conversar. Então pensou e resolveu o que faria:
Dirigiu-se a um rapaz:
- Olá senhor, diga-me, qual é o seu QI?
- É 150
- Então, você viu a nova teoria científica que fala.....
Acabando a deliciosa discusão na qual um aprendou com o outro sobre a nova teoria, lá vai nosso personagem procurar mais um companheiro bom de papo:
- Olá senhorita, qual seu QI?
- Olá, meu QI é 110!
- Então, a genética está desenvolvendo novos fenótipos florais.....
Mais de hora falando sobre ervilhas e flores, uma delícia de palestra! É claro que Mendel tornou-se essencial!
Viu um rapaz no canto meio deslocado e resolveu ir lá bater um papo:
- Olá rapaz! Qual o seu QI?
- O meu o quê?????
- Opa, você viu o último jogo do timão, que goleada!
Pensando sobre o assunto, enquanto eu digitava a piadinha, cheguei apenas a uma conclusão:
O limite da verdade é sempre a inteligência do ouvinte. Ou a má vontade em alguns casos.
Vou fazer como o Einstein, respeitar as limitaões do próximo. Assim quem sabe o próximo respeita a minha limitação de não ser hipócrita e de não compactuar com mentira e falsidade.
O amor ao próximo é uma coisa muito simples, as barreiras foi o ser humano quem criou.
Por ego, por medo e por maldade.
E isso eu não aceito.
Vida longa e próspera!

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